Quando a cor vira identidade estratégica
- Carol Santana

- 2 de jan.
- 1 min de leitura
Há quase um mês, a Pantone anunciou a cor de 2026, que influencia tendências de design, moda e cultura. Batizada de Cloud Dancer, ela representa clareza, abertura e o poder silencioso da possibilidade.
De acordo com a marca, o tom evoca uma respiração profunda — uma pausa, um momento para recomeçar. Esse espaço para criar também simboliza a entrada de 2026 e, já que a cor sugere novos começos e uma página virada em meio a um mundo barulhento, surge a pergunta: como essa cor pode se transformar em uma identidade estratégica?
A fundadora do Hypnotique, Fabíola Kassin, analisou a tendência e explicou a polêmica por trás da escolha. Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=r2-l7VbLdtU. Na explicação, ela afirma que a escolha antecipa movimentos e ajuda a indústria a planejar a produção, reduzir riscos e alinhar o discurso ao momento cultural. Afinal, não se trata apenas de tendência, mas de estratégia.
O espaço da casa pode se tornar um refúgio de tranquilidade, inspirando a escolha de tecidos convidativos ou a visualização das opções do Mandarin Oriental. A cor também se apresenta como uma tela em branco — um convite para brincar, criar e recomeçar. Explore os produtos aqui: https://www.pantone.com.br/cor-do-ano-2026/#produtos.
O impacto da nova cor pode ser aplicado em vestuário, acessórios de moda e calçados, beleza e cabelo, decoração, design de interiores, embalagens e design multimídia, entre outros. E você, gostou da cor? Onde pretende aplicá-la? Conte para nós!








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